sábado, 1 de abril de 2017


Posse do novo comandante do Destacamento da Polícia Militar de Santa Quitéria do Maranhão

Na tarde da  última terça-feira (28/03), a solenidade de posse  do novo comandante do Destacamento da  Polícia Militar de  Santa Quitéria do Maranhão.

Com a presença do Comandante da 2ª Companhia do 16º Batalhão Major Benilton Santos, a cerimônia  empossou, de forma oficial, o 1º Sargento Wilson Dourado. O evento foi realizado no auditório da UAB – Universidade Aberta do Brasil




O evento contou com as presenças dos secretários municipais de Articulação Política, Administração, Meio Ambiente, Assistência Social, Agricultura, Contador do Município, Controlador do Município, dos  vereadores Domingo Viana, Auriete Lima Costa, Wilson Garcia, Joerbert Sousa e Janete Santos Viana. Também participaram do evento o delegado de polícia civil Fábio Henrique, Defensor Púbico João Makson Bastos, comandante da Guarda Civil Municipal, Guardas Municipais, policiais militares e convidados do homenageado. 







Cantor é acusado de asfixiar e agredir ex-namorada com socos

A situação é tão grave que a moça pediu medida protetiva contra Ivo Mozart.
Episódio envolvendo Ivo Mozart e Talita Alves foi registrado na delegacia da mulher de Pirituba, São Paulo.
O cantor Ivo Mozart, dono de sucessos como 'Vagalumes', da trilha sonora da novela global 'Sangue Bom' está sendo acusado de agredir a ex-namorada, Talita Alves. Segundo informações do colunista Leo Dias, o caso é antigo, de abril do ano passado, mas veio à tona recentemente.
O Boletim de Ocorrência foi registrado na 9ª delegacia da mulher de Pirituba, em São Paulo e dava detalhes sobre o casal, que estava junto há um ano. No relato, constam pelo menos duas agressões comprovadas com fotos, conversas, testemunhas e laudo do IML, como: um braço contundido, empurrões, rasgão na região do bumbum e soco na boca. A moça informou que também foi asfixiada por esganadura, causa do fim do namoro entre eles.
A situação é tão grave que a moça pediu medida protetiva contra Ivo, que deve permanecer a 300 metros de distância dela e não fazer qualquer contato. A assessoria do cantor não falou sobre o assunto.
O processo corre no Fórum da Barra Funda.


sexta-feira, 31 de março de 2017

CURSO PREPARATÓRIO PARA CONCURSO DA PM-PI


Luciano Huck fala sobre convite para disputar presidência do Brasil

O apresentador está prestes a estrear um quadro que dará visibilidade a líderes e empreendedores sociais. Luciano Huck, 45, colocou blazer para gravar o primeiro "Caldeirão do Huck" desta temporada, na quinta-feira (23/03). 
A justificativa para o look formal para comandar o programa que vai ar neste sábado (01/04), marcando seus 17 anos na Rede Globo, foi homenagear cinco brasileiros no especial "Inspiração". O novo quadro dá visibilidade a líderes e empreendedores sociais que unem quatro características que Huck espera ver também no candidato a presidente da República em 2018: "Carisma, capacidade de implementação, ética e altruísmo".
Em entrevista à Folha de S.Paulo o apresentador diz que sua geração está pronta para ocupar os espaços de poder e que diante do colapso do sistema político e da crise ética novas lideranças vão surgir. Ele fica em cima do muro sobre o assédio de partidos e pesquisas de opinião que lhe colocariam na corrida rumo ao Planalto.
Pergunta - Como explica a trajetória de apresentador que lançou Tiazinha e que hoje leva ao palco prêmio Nobel da Paz e professor de ética de Harvard?
Luciano Huck - Fui amadurecendo. A pauta pessoal norteia muito a tua comunicação. Há 20 anos, meu universo era de menino. Orbitava na escola ou na faculdade em que estudava, nos amigos que carregava desde a infância. Fui ampliando as áreas de interesse, tentando entender qual é a minha missão no mundo como apresentador, pai, marido, brasileiro, cidadão.
Pergunta - Qual é sua missão?
Huck - O poder que conquistei através do microfone é resultado de muito trabalho. Tenho 40 milhões de seguidores nas redes sociais e 18 milhões de pessoas todo sábado assistindo o programa. Espero dar muito trabalho para o meu biógrafo. No final da história, ficarei contente se puder ter melhorado o mundo à minha volta. Não gosto da ideia de viver de forma passiva. Somos curadores em tempo integral do futuro que queremos, precisamos imaginá-lo e criá-lo.
Pergunta - Que marca quer deixar?
Huck - A minha geração tomou as rédeas do dia a dia. Você vê um ministro do Supremo de 47 anos [Alexandre de Moraes, que tem 48]. O CEO da BRF [Pedro Faria] tem 42. É uma geração que ainda não está na política como deveria, mas vai estar. A renovação que a gente precisa passa por uma renovação geracional. Tive o privilégio, que pouca gente tem, de entrar nas casas das pessoas. Viajei o Brasil todo. Sem nenhum crachá político. Estou numa fase altamente produtiva, líder de audiência em um espaço relevante e comercialmente viável. Bicho, vamos usar isso para o bem.
Pergunta - Você abre a temporada com um quadro chamado "Inspiração". O que te inspira?
Huck - Tropeçar em pessoas que tenham capacidade de tirar do papel ideias que melhorem a vida das demais. As lideranças no mundo têm que reunir quatro características principais. Carisma é fundamental, capacidade de implementação. Mas, se ficar só nestas duas, você pode botar Hitler e Gandhi no mesmo saco. Acrescenta ética e já tira um monte da lista. Só que a pessoa carismática e ética pode ser egoísta. Aí coloca o altruísmo e você encontra os líderes que admiro.
Pergunta - Você se enxerga nestas características?
Luciano Huck - Ih, eu preciso melhorar muito. Você não nasce necessariamente altruísta. As experiências de vida vão te ensinando.
Pergunta - São qualidades que candidatos à Presidência da República deveriam ter?
Luciano Huck - São características fundamentais para que alguém de fato possa transformar o país e aproveitar essa oportunidade, que é o colapso político e a crise ética, para liderar um projeto novo de país.
Pergunta - Há dez anos, você declarou que poderia se lançar à Presidência no futuro. Esse momento chegou?
Luciano Huck - Esta é sempre a pergunta pegadinha. Não dá para responder na atual conjuntura. Falando seriamente, nossa geração chegou a um momento em que tem capacidade, saúde, força de trabalho, relevância, influência. Quem entrou na faculdade em 1990 está chegando agora aos espaços de poder. Faço parte desta geração. Estamos vivendo um trauma moral e ético que se soubermos capitalizar para o bem, tenho convicção de que daqui a 10, 20, 30 anos vamos ter um país de fato diferente e mais justo.
Pergunta - Fazendo política?
Luciano Huck - Já faço política, fazendo televisão aberta no Brasil, com o poder que a Globo tem, trazendo boas histórias, dando opinião. Agora, se me perguntarem se vou concorrer a algum cargo eletivo, eu não sei responder. E qualquer tipo de resposta é especulação, fofoca.
Pergunta - Há pesquisas que já mostrariam seu nome entre os candidatos. Você foi informado dos resultados de tais sondagens?
Luciano Huck - Cara, o Brasil precisa de renovação e tem uma classe política completamente desmoralizada, sem nenhum apelo popular, atração, charme. Se vai ser eu, não faço a menor ideia. Quero poder ajudar a identificar lideranças.A resposta à pergunta objetiva é não.
Pergunta - É assediado por partidos?
Luciano Huck - Não vivo encastelado. Tô na favela, no sertão, em Brasília. Tenho amigos políticos, nas Forças Armadas, na torcida do Corinthians, na favela, no samba, no futebol.
Pergunta - Você não respondeu à pergunta. Partidos o assediam?
Luciano Huck - Nunca efetivamente.
Pergunta - Não teve convite para se lançar a nada?
Luciano Huck - Não, mas também não te responderia [risos].
Pergunta - Você foi às manifestações?
Luciano Huck - Não fui pra rua. Tenho minha opinião pessoal.
Pergunta - Qual é?
Luciano Huck - A mobilização não é contra A, B, C. O sistema todo entrou em colapso. Independentemente de partido, de ideologias. E a falência do sistema como um todo é uma oportunidade como poucas na história do Brasil. Vamos aproveitar que o castelo caiu e construí-lo direito, em outras bases. Bicho, vamos colocar a base da ética, da transparência. Independente de que partido você é, da cor da bandeira que você levanta. Todo mundo deveria querer usar as ferramentas políticas e o poder do Estado para melhorar a vida de todos.
Pergunta - Como fazer isso diante da polarização?
Luciano Huck - O único jeito de arrumar esse país é se a gente conseguir fazer um pacto apartidário. Sem revanchismo, sem revolta. Se foi golpe ou se não foi golpe, não importa.
Pergunta - E como mudar esse sistema?
Luciano Huck - O presidente da República Michel Temer pode ficar para a história do Brasil se souber usar a impopularidade dele para fazer o que precisa, para corrigir os erros da construção da nossa democracia. Fazer voto distrital e um monte de coisas para acabar com incongruências, vícios. Outro dia, fui gravar no interior de Alagoas, com uma empreendedora social. O município tinha IDH horroroso, com 50% de analfabetos. A iniciativa dela tinha, de verdade, transformado a comunidade.Na segunda gravação, apareceu a prefeita, não vou dar nome, que não tinha nenhuma conexão com o lugar. Ia lá duas vezes por mês, morava em Maceió. Óbvio que foi eleita porque o sistema está errado.
Pergunta - O que espera da Operação Lava Jato? Qual é a sua opinião sobre o juiz Sergio Moro?
Luciano Huck - Sou a favor de todos os movimentos que ajudem a refazer e ressignificar as bases morais e éticas do Brasil. E sem dúvida a Lava Jato é o principal deles. Moro é um homem de coragem, e tenho certeza que os ecos das suas atitudes irão trazer muito benefícios para as próximas gerações.
Pergunta - Dos nomes já colocados, você tem alguma preferência para 2018?
Luciano Huck - Se falar isso agora, eu vou estar me colocando. Não é hora. Tem muita gente se organizando pra isso, com projeto legal, boas ideias, vontade de botar a mão na massa e vocação pública.Só precisa de fato dar espaço para quem não está viciado em velhas práticas.
Pergunta - Acham que você é tucano?
Luciano Huck - Eu não sou tucano, mas sou muito próximo do Fernando Henrique, a cabeça mais moderna do Brasil e ele tem 85 anos. Sou amigo do Aécio [Neves, senador mineiro] desde que passei a dividir minha vida entre Rio e São Paulo, há 17 anos. Tenho carinho por ele, mas foram pouquíssimas as vezes que misturamos esta amizade com política.
Pergunta - FHC andou falando a interlocutores que você poderia ser um nome em 2018?
Huck - O presidente gosta de mim, é meu amigo. Minha mãe é urbanista e casada há décadas com o economista Andrea Calabi, que participou ativamente dos principais governos tucanos no âmbito federal e estadual. Natural que a política tenha pautado vários almoços e jantares familiares desde que me entendo por gente. Minha visão política não vou colocar aqui publicamente neste momento. É delicada. Temos que ver como vai ser o financiamento de campanha. Quem pode dar dinheiro para campanha de maneira legal.
Pergunta - Neste cenário, a campanha de um nome da TV seria mais barata, por ser conhecido?.
Luciano Huck - Não tem campanha nenhuma. O que vai acontecer em 2018 está ainda em aberto. Grande incógnita. Isso angustia todo mundo, o cidadão normal, a imprensa, quem quer investir no Brasil.A solução pode ser muito boa, pois esse colapso da classe política pode gerar lideranças positivas, como também pode gerar lideranças controversas.
Pergunta - O brasileiro anda com a autoestima lá embaixo mesmo com Copa e Olimpíada?
Luciano Huck - De novo, não tem liderança. Não tem projeto. Você não vê ninguém fazendo sinapses e reflexões que de fato inspirem a sociedade como um todo. A hora em que aparecer uma liderança que faça as pessoas acreditarem que vai ter um novo capítulo de ética, de altruísmo, junta todo mundo. São Paulo é um bom exemplo.
Pergunta - Por causa da eleição do João Doria?
Luciano Huck - Sem dúvida. João não é político tradicional, não tem os vícios nem coisas debaixo do tapete que a velha política teve. Isso faz diferença.
Pergunta - Como lidou com as vaias no Maracanãzinho na Olimpíada?
Luciano Huck - Não vou ser unanimidade nunca. Mas estou em paz com minha consciência.O que a minha carreira me proporcionou e as relações que construí, eu estou usando para o bem. E não só de quem está a minha volta. Podem não gostar do que eu faço, da televisão que eu produzo, do que eu penso, mas eu sou isso aí.
Fonte: Com informações do Grupo Folha.



Serasa realiza mutirão para inadimplente renegociar dívida

A campanha permite que o consumidor faça a renegociação no site da Serasa ou em 20 mil postos de atendimento
O SerasaConsumidor realiza até o próximo domingo (02/04), o Líquida Dívidas, maior evento nacional de recuperação de crédito. Na ação, a pessoa inadimplente pode renegociar suas dívidas e limpar o nome com descontos, que podem chegar a 90% do valor da dívida, dependendo da situação e do credor. A campanha permite que o consumidor faça a renegociação no site da Serasa ou em 20 mil postos de atendimento.
Segundo estudo da Serasa Experian, em janeiro de 2017, bateu recorde o número de inadimplentes para o mês: 59,7 milhões de pessoas com dívidas atrasadas em todo o País, o que representa 40% da população adulta. "O Liquida Dívidas é a oportunidade para que os consumidores quitem suas dívidas com descontos e limpem seu nome ainda no primeiro trimestre do ano. Esse é o desejo de empresas e consumidores, por isso estamos criando o movimento. A inadimplência não interessa a ninguém", afirma Silvio Frison, vice-presidente do SerasaConsumidor.
De acordo com o vice-presidente, a importância do evento está na oportunidade de empoderar o consumidor a reassumir o controle de sua vida financeira: "Reabilitar o crédito é uma forma de resgatar a dignidade financeira do consumidor. O trabalhador inadimplente que já teve acesso ao FGTS pode utilizar o recurso para limpar o nome. Já para os credores, dar a chance de os clientes voltarem a ter o nome limpo contribui para a retomada da economia", diz Frison.
Além da página na internet, a população pode contar com atendimento em várias agências da Serasa pelo país, que estão funcionando em horário normal para consulta ao CPF, esclarecimento de dúvidas e orientação dos consumidores sobre a participação no Liquida Dívidas. Até domingo, os paulistanos também podem contar com um posto avançado da Serasa, montado no Vale do Anhangabaú, na capital paulista, que oferece apoio ao Liquida Dívidas. A tenda disponibiliza ainda computadores, internet e impressoras para que o cidadão realize sua própria consulta no site da Caixa para verificar a situação do FGTS, se necessário.




Sem dinheiro, Cunha cobra dívidas de ex-colegas

Resultado de imagem para Sem dinheiro, Cunha cobra dívidas de ex-colegasPreso e com os bens bloqueados, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) tem mandado recados a ex-colegas. Queixando-se de dificuldades financeiras, cobra o pagamento de dívidas antigas. A condenação, na quinta-feira (30/03), reacendeu o temor de que, encurralado, Cunha feche delação. Todas as fichas estão voltadas, agora, para o habeas corpus que será julgado em breve pelo Supremo Tribunal Federal - STF.



quarta-feira, 29 de março de 2017

São Bernardo do Maranhão completa hoje 79 anos de emancipação política

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Igreja Matriz

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Centro da cidade



terça-feira, 28 de março de 2017

Licitação em Chapadinha sob suspeita…


Prefeito Magno Bacelar
Prefeito Magno Bacelar
A equipe de reportagem do Blog do Luís Pablo tomou conhecimento de uma forte suspeita em um processo de licitação na limpeza pública do município de Chapadinha, interior do Maranhão.
O Blog apurou que a comissão de licitação da prefeitura, comandada pelo ex-deputado estadual Magno Bacelar, já adiou várias vezes o processo licitatório.
Motivo: a comissão de licitação vai analisar ainda o processo – até hoje nunca disseram nada e ficam só protelando.
A primeira data que a Prefeitura de Chapadinha havia marcado foi no dia 9 deste mês. Em seguida ficou para o dia 15 e depois informaram que seria na semana passada, dia 21. E até agora nada.
Os responsáveis informaram que seria marcado uma nova data.
São quatro empresas que demonstraram interesse em participar da licitação.
O prefeito Magno Bacelar deve tomar as medidas cabíveis, até para não levantar qualquer suspeita sobre sua administração.

O Rei Pelé não consegue mais andar


Onde está Pelé? O que aconteceu com Pelé? Pelé tem uma doença grave? Essas são algumas das perguntas feitas por quem gosta do 'Rei do Futebol'. Desde o ano passado, quando chegou a aparecer em uma sacada com a tocha olímpica, Edson Arantes do Nascimento não é visto em público. O nome do ex-atleta voltou à tona nessa semana, após Neymar Jr. fazer um dos quatro gols contra o Uruguai, nas Eliminatórias da Copa do Mundo. Isso porque caso o namorado de Bruna Marquezine faça mais um gol pelo time canarinho, ele igualará a marca de Pelé. Mas então, o que aconteceu com o 'Rei do Futebol'.
Como mostra uma reportagem do jornal 'O Globo' do ano passado, Edson Arantes do Nascimento não está mais conseguindo andar. Ele não consegue fazer pequenos percursos nem mesmo quando utiliza um bengala. Antes, ele se erguia com o auxílio do instrumento. Por isso, o ex-atleta não aceitou ser a pessoa que acenderia a pira olímpica no Maracanã, no Rio de Janeiro. Muita gente, na época, ficou chateada com a decisão do esportista, já que aquele é o maior momento que um atleta pode viver. O infortúnio da saúde de Pelé, coisa que pode acontecer com qualquer pessoa, no entanto, fez com que os internautas lembrassem de um polêmico episódio envolvendo ele no passado.
Isso porque Edson não quis conhecer sua filha bastarda, Sandra Arantes, nem mesmo em seu leito de morte. Sandra apenas conseguiu provar na justiça que era filha do ex-jogador, mas acabou falecendo de câncer em 2006. A mulher que chegou a ser até vereadora ficou conhecida por ir em programas de televisão falando que seu sonho era conhecer o pai. Apesar de ter se negado a conhecer a filha, em 2006, quando ela faleceu, Pelé enviou uma coroa de flores no nome de uma de suas empresas. Em 2012, de acordo com o site 'Notícias ao Minuto', Edson Arantes do Nascimento passou por uma cirurgia no quadril mal sucedida. Na ocasião, muitas especulações foram feitas, até de que Pelé teria passado por um erro médico.


Correios podem desligar 20 mil a 25 mil funcionários

Resultado de imagem para CORREIOS - demissãoCom prejuízo de quase R$ 500 milhões nos dois primeiros meses do ano e depois de frustrar-se com o baixo número de adesões ao plano de desligamentos voluntários aberto em janeiro, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) avalia uma medida radical para fechar o rombo em seus cofres, que desperta a ira dos sindicatos de trabalhadores: uma forma de driblar a estabilidade dos empregados e fazer demissões motivadas”, com o objetivo de reduzir o quadro de pessoal. Estimativas preliminares indicam a necessidade de enxugamento de 20 mil a 25 mil funcionários para equilibrar as despesas operacionais e dar sustentabilidade aos Correios.